ATUALIZADA EM
09/06/2004
Governo federal cede e descarta “tolerância zero” na soja
O governo cedeu aos exportadores e não adotará o princípio da "tolerância zero" para a presença de sementes tratadas com agroquímicos nas cargas de soja Ler...Soja teve alta de 3,1% na sexta-feira na bolsa de Chicago
A previsão de chuvas mais fortes do que inicialmente prevista para o final de semana no Meio-Oeste dos EUA provocou forte alta de 3,1% nos contratos futuros da soja em Chicago Ler...Técnicos do Mapa vão intensificar operação em Rio Grande
Quatro técnicos do Ministério da Agricultura (Mapa) se deslocaram nesse fim de semana para Rio Grande para intensificar a aplicação da legislação no porto Ler...Expansão dos mercados interno e externo leva Pif Paf a investir
A Pif Paf Alimentos irá investir R$ 80 milhões para ampliar a capacidade produtiva de duas de suas oito unidades produtivas, todas situadas em Minas Gerais Ler...Banco do Brasil estabelece prazo para agricultores quitarem débitos
O BB decidiu prorrogar por até cinco anos os débitos dos produtores de soja que tenham registrado quebra na safra, em função da estiagem prolongada ou ferrugem asiática Ler...Exportação de milho deve atingir 5 milhões de toneladas este ano
A expectativa é que neste ano o Brasil exporte 5 milhões de toneladas 39% a mais em relação a 2003. De janeiro a maio, as remessas atingiram 2,7 milhões de toneladas Ler...Pragas da fase reprodutiva do Milho
Conheça a importância econômica, os danos causados à cultura e os métodos de controle das principais pragas que atacam a fase reprodutiva do Milho Ler...Brasil vai entrar na OMC contra decisão da UE de sobretaxar o frango
O Brasil deve ingressar, ainda neste mês, na OMC com o pedido formal de abertura de um painel contra a sobretaxa aplicada pela UE ao frango salgado brasileiro Ler...Brasil pode deixar de embarcar 2 milhões de ton de soja para China
O Brasil poderá deixar de exportar 2 milhões de toneladas de soja para a China, o equivalente a US$ 500 milhões, caso seja mantido o embargo chinês Ler...Exportador argentino evita vender soja à China nesse momento
Especialistas argentinos fazem coro com colegas brasileiros e afirmam que a postura chinesa busca, na verdade, fazer valer o peso da demanda do país asiático Ler...Preços da soja alcançaram limite de alta ontem em Chicago
As notícias vindas do país asiático sinalizaram ao mercado que o desaquecimento da demanda chinesa pode ser menor e mais curto do que previam os cenários mais pessimistas Ler...Ministério da Agricultura interdita dois terminais de soja em Rio Grande
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento interditou nesta terça-feira dois dos quatro terminais de exportação de soja no porto de Rio Grande Ler...
Em
reunião na sexta-feira, no Mapa, os exportadores de soja deram um
recado claro ao governo: zero de tolerância é impossível Ler...
Crise da soja expõe dificuldades para negociar com a China
O episódio da devolução de cargas brasileiras de soja pela China expõe as dificuldades nas negociações comerciais com o gigante asiático Ler...Controle da síndorme do estresse suíno ganha prêmio do Zootec 2004
Um estudo de genes para o desenvolvimento muscular de suínos feito pela aluna Patrícia Tristão Mendonça ganhou o Prêmio Nacional da Zootec 2004 Ler...A
Claspar rejeitou um caminhão procedente de Maringá (PR) carregado com
26,5 toneladas de uma mistura de resíduos oriundos da pré-limpeza de
soja Ler...
A
exportação de soja por Paranaguá já alcançou este mês 870 mil
toneladas, quase o dobro do volume observado em maio de 2003, quando
foram exportadas 450 mil toneladas Ler...
Empresa de aves dos EUA sacrifica plantel para impedir gripe
A Pilgrim’s Pride, segunda maior empresa de aves dos EUA, informou ter destruído um plantel de 24 mil frangos para impedir o contágio da gripe de aves Ler...Os
preços do milho subiram em Chicago pelo segundo dia consecutivo diante
das especulações de que o governo pode ter subestimado os danos
causados pelas chuvas Ler...
Durante
a fase vegetativa, o milho é atacado por várias espécies de pragas
que podem reduzir a produtividade final da cultura. Conheça as
principais pragas, a importância econômica, os danos causados à
cultura e os métodos de controle Ler...
O
site visa, principalmente, informar, apoiar e orientar o suinocultor do
Mato Grosso, que vê sua produção crescendo num ritmo acelerado nos
últimos anos Ler...
Temores
de quebra de produção devido ao excesso de chuvas nos Estados Unidos e
notícias de que a China estaria comprando o grão americano foram
determinantes para a alta Ler...
O
Brasil vai proibir o embarque de todas as cargas de soja em grão que
apresentem mistura com sementes tratadas com fungicida Ler...
O
presidente da Fecoagro relatou ontem ao governador do RS a preocupação
do setor com a situação ocorrida no porto de Rio Grande Ler...
O
Porto de Paranaguá e os exportadores de soja do PR acabaram favorecidos
depois da devolução da soja embarcada no Porto do Rio Grande (RS) Ler...
Produtores
rurais do Paraná comemoram safra recorde
NÃO PERCA! Faça agora o download do Boletim Informativo 18!
Faça agora o download do Boletim Informativo Pioneer e saiba, em primeira mão, as principais informações técnicas do momento e notícias sobre o mercado agrícola Ler...Embrapa propõe projeto para agilizar detecção da influenza aviária
A Embrapa vai apresentar uma proposta de projeto sobre influenza aviária na quarta-feira durante a realização da AveSui 2004, que acontece em Florianópolis (SC) Ler...Produção argentina de soja da safra 2003/04 cai 8%
A produção argentina de soja deverá alcançar 32 milhões de toneladas nesta safra 03/04, 8% menos que em 02/03, conforme estimativa da Secretaria da Agricultura Ler...Amauri Dimarzio participa amanhã da abertura da AveSui 2004
O ministro interino do Mapa, Amauri Dimarzio, participa amanhã da abertura oficial da 3ª Feira da Indústria Latino - Americana de Aves e Suínos (AveSui) Ler...Cooperativas agrícolas do RS suspendem operações com soja
As cooperativas agrícolas do Rio Grande do Sul deixaram de receber soja dos produtores rurais e de transportar o grão para o terminal portuário de Rio Grande Ler...Preço de suínos segue firme com alta nas exportações em abril
As
exportações brasileiras de carne suína subiram no mês de abril,
dobrando em receita e com aumento de 54% em volume, de acordo com a
Abipecs Ler...
Pela
segunda sessão na mesma semana, as cotações dos contratos de segunda
posição fecharam no limite de baixa na sexta-feira na bolsa de Chicago Ler...
Os
produtores de soja dos Estados Unidos vão encontrar condições quase
ideais para o plantio e desenvolvimento inicial de suas lavouras para a
safra desse ano Ler...
Os
agricultores do Rio Grande do Sul estão intensificando a colheita da
safra de milho, reduzida nas últimas semanas para a realização dos
trabalhos nas lavouras de soja Ler...
A
comercialização no RS continua bastante travada e com produtores
disponibilizando apenas quantidades suficientes para compromissos mais
imediatos Ler...
Avesui 2004 consolida potencial avícola de Santa Catarina
O evento deverá consolidar o Estado como o maior exportador de produtos da avicultura brasileira, representando 40% dos embarques do país Ler...Relatório do USDA será divulgado hoje com grande expectativa
Na bolsa de Chicago, as cotações da soja fecharam em alta de 1% ontem, na expectativa do relatório de oferta e demanda que será divulgado hoje pelo USDA Ler...Ferrugem da soja será debatida nesta quarta-feira em Workshop
A Secretaria de Agricultura e a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás promovem workshop nesta quarta-feira para debater controle de pragas e doenças da soja Ler...Governo da China vai liberar mais verba aos produtores
O número de operações para concessão de empréstimos pelos bancos chineses aos produtores agrícolas aumentou 23% no primeiro trimestre comparados ao mesmo período de 2003 Ler...Campo Mourão vai sediar 1º Simpósio Paranaense de Pós-Colheita
A cidade de Campo Mourão, no Paraná, foi escolhida para sediar nos dias 27 e 28 de maio, o 1º Simpósio Paranaense de Pós-Colheita Ler...Surto de gripe de aves causa prejuízos na Tailândia
A Charoen Pokphand Foods, maior exportadora de frangos da Tailândia, apresentou o segundo prejuízo trimestral, depois da queda do volume comercializado Ler...![]()
Principais
espécies, importância para a cultura, sintomas de danos e métodos de
controle disponíveis Ler...
Rumores
de que o governo dos EUA poderá restringir ainda mais o uso de proteína
animal na alimentação de aves, suínos e bovinos provocou forte alta
do complexo soja Ler...
Depois
das abundantes chuvas na semana passada e as previsões de dias
ensolarados, as lavouras de milho da região de Dourados (MS) devem
garantir boa safrinha Ler...
A
colheita da soja está praticamente finalizada no Rio Grande do Sul,
alcançando 95% da área de 3,9 milhões de hectares, de acordo com
levantamento da Emater/RS Ler...
A
15ª Fenasoja em Santa Rosa (RS) encerrou ontem batendo recorde de público
e de comercialização. Durante os nove dias da exposição foram
vendidos R$ 37 milhões Ler...
Uma
cavalgada abriu ontem a VI Festa da Soja e XXI Exposição Agropecuária
no município de Pedro Afonso, localizado na região Sudeste do
Tocantins Ler...
Vendas na Fenasoja superam expectativas de organizadores
A boa cotação da soja está afastando o fantasma da frustração da safra na 15ª Feira Nacional da Soja (Fenasoja), em Santa Rosa, no noroeste do Rio Grande do SUl. A negociação de máquinas e implementos agrícolas supera as expectativas das empresas. – Não esperávamos tanto. Apesar da frustração com a estiagem, o preço da soja está bom – diz Sérgio Carpenedo, diretor de uma empresa de máquinas agrícolas. Com descontos e beneficiadas pela rapidez dos financiamentos bancários, as expositoras estão atraindo os agricultores. A revenda de Carpenedo negociou, na terça-feira, duas colheitadeiras, de R$ 465 mil e R$ 386 mil. Há procura por plantadeiras e pulverizadores. – Ontem , foi um dia atípico. Como choveu, os agricultores vieram para o parque disposto a fazer negócios. Estou surpreso por já estarmos vendendo nos primeiros dias – disse o presidente da comissão de indústria e comércio da feira, Luiz Carlos Netz. O pólo metalmecânico da região, responsável pela produção de máquinas, implementos agrícolas e peças, tem a oportunidade de incrementar a venda hoje e amanhã. Em parceria com o Sebrae, a Fenasoja tentará ampliar o mercado das empresas locais na Rodada de Negócios, a partir das 10h, no auditório do Centro Administrativo do Parque de Exposições. O Sebrae convidou sete empresas de grande porte para conhecer os produtos. – As fornecedoras são voltadas para a área de implementos agrícolas. Vamos tentar diversificar – disse o técnico de área de acesso a mercado do Sebrae, José Carlos Bicca.
Fonte: Zero Hora
Mapeamento alerta sobre riscos climáticos
Para minimizar potenciais danos e riscos climáticos aos produtores rurais, a Comissão Especial de Recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma classificação dos tipos de solos, municípios e períodos mais apropriados ao plantio de cada cultura em Santa Catarina. A portaria número 12 foi publicada ontem no Diário Oficial da União. As novas instruções são baseadas em estudos agrometereológicos de 30 anos no Estado e são parte do projeto Redução de Riscos Climáticos na Agricultura, que usa aplicativos tecnológicos, redes de informações e pesquisas aplicadas para avaliar os riscos de natureza climática para a agricultura. O sistema de Zoneamento Agrícola do ministério está disponível para as culturas de arroz, feijão, milho, trigo e soja. A classificação pode ser consultada na Internet, no site www.agricultura.gov.br, na seção Legislação. O zoneamento vem acompanhado de outros esforços para minimizar o impacto de sinistros na agricultura, como as diretrizes do Programa Nacional de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). O seguro é um instrumento instituído para dispensar o produtor de pagar operações de crédito de custeio em casos de ocorrência de fenômenos naturais, pragas e doenças.
Fonte: Diário Catarinense
Biotecnologia
Mapa/RS apresenta dados da fiscalização de OGMs
A delegacia do Ministério da Agricultura no RS anunciou ontem novos dados parciais da fiscalização do plantio de soja e de produtos com mais de 1% de organismos geneticamente modificados em sua composição. Entre 12 e 30 de abril, foram inspecionados 219 produtores e 139 estabelecimentos de 114 municípios. Houve coleta de 377 amostras e 14 ensaios/experimentos foram levados a laboratório. Não há previsão de prazo para os resultados.Fonte: Correio do Povo
Grãos
Paranaguá registrou no quadrimestre crescimento de 16%
Só
as exportações foram responsáveis por 7,8 milhões de toneladas. As
importações totalizaram 2,9 milhões de toneladas. A movimentação
de produtos do segmento da 'Carga Geral' chegou a 1,9 milhão de
toneladas, contra 1,3 milhão, em 2003. O aumento também foi
verificado na movimentação de cargas do complexo do 'Granel Sólido',
que ficou em 7,2 milhões de toneladas, ou 1,1 milhão a mais que no
ano passado. O único segmento que registrou decréscimo foi de
produtos do setor de 'Granéis Líquidos'. O resultado dos primeiros
quatro meses do ano foi de 1 milhão de toneladas. No mesmo período
do ano passado, o total chegou em 1,4 milhão.
Fonte: Panorama Brasil Safra
de grãos no Estado não deve bater recorde A previsão da produção de grãos
no Ceará — de 929.440 toneladas — experimentou em abril um recuo
de 14,12% em relação à safra obtida em 2003, que fechou em
1.082.302 de toneladas. Com isso, a expectativa é de que a safra
deste ano não seja recorde, conforme era esperado em janeiro, quando
a estimativa inicial chegou a 1.351.470 toneladas.Com a proximidade da
época da colheita, a situação vai ficando melhor definida, o que
sugere a possibilidade de a produção de grãos ser ainda menor,
segundo o GCEA (Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias
do Ceará).
Milho
Clima favorável
Os contratos do milho recuaram ontem na Bolsa de Chicago, pressionados por vendas de fundos, segundo a agência Dow Jones Newswires. As vendas pelos especuladores foi de 5,5 mil lotes. Os contratos de julho fecharam a US$ 3,10 por bushel, queda de 9,5 centavos de dólar, ou 2,97%. As previsões de tempo apontam chuvas benéficas ao plantio da safra 2004/05 no Meio-Oeste dos Estados Unidos. Também chamou a atenção a aprovação da Comissão Européia para importação de 41 mil toneladas de milho, aumentando a média anual para 4,42 milhões de toneladas. No Paraná, a saca de 60 quilos é comercializada entre R$ 20,50 e R$ 21, de acordo com a Agência Rural. O milho exportado está mais valorizado, saindo do porto de Paranaguá entre R$ 24,50 e R$ 25 a saca.
Fonte: Valor Econômico
Exportações pelo
Porto de Paranaguá este ano já atingem 1,91 milhão de toneladas
Curitiba - Resultados apresentados nesta quinta-feira (6) pela
Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) indicam que
no mês de abril foram exportadas pelo Porto de Paranaguá 248.203
toneladas de milho, com queda de 9,2%, visto que no mesmo mês do ano
anterior foram embarcadas 273.295 toneladas. Por outro lado, no
acumulado do ano, de janeiro a abril, as exportações pelo Porto foram
de 1,91 milhão de toneladas, enquanto que no mesmo período do ano
passado o volume havia totalizado apenas 474.905 toneladas.
Fonte:Rural Business
Produção de milho cresce 500% em Mato Grosso
Apesar da soja ser ainda o principal produto exportado de Mato Grosso, o destaque desse trimestre ficou para o milho, que superou a marca de 500% de crescimento. Nos três primeiros meses o Estado comercializou 353.252 toneladas (t), correspondendo a US$ 38,940 milhões. Muito superior ao verificado durante o ano passado inteiro - 64.508 mil toneladas, ou US$ 6,355 milhões. Para o coordenador do Centro Internacional de Negócios (CIN), esse excelente resultado no comércio exterior do produto se justifica pela alta do preço e da demanda mundial. A produção negociada, segundo o coordenador do CentroGrãos, João Birkhan, é a sobra da safra passada. Os preços devem continuar altos se depender da produção brasileira, que está prevista redução na safra 2003/2004. Na segunda safra nacional, o terceiro levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) espera uma produção da ordem de 11,865 milhões de toneladas, 10,77% inferior à colhida em 2003 (13,298 milhões de t.). Devido às irregularidades climáticas, houve atraso na colheita da soja e, conseqüentemente, também no início do plantio do milho segunda safra, que aumentaria os riscos para o produtor, pois tecnicamente não é aconselhável seu plantio fora da época recomendada. Em Mato Grosso, a previsão da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) é de 15,5% inferior, ou 2,074 milhões de toneladas sobre a produção de 2002/2003, de 2,455 milhões.
Fonte: Página Rural
Safrinha: Só 55% do crédito foram contratados até abril
Até o fim de abril,
inicialmente prazo final para contratação de recursos, somente 55% dos
recursos disponíveis para financiamento de milho e sorgo na safrinha de
inverno foram contratados através do Banco do Brasil, ou seja, R$ 67
milhões de R$ 120 milhões. O gerente negocial da superintendência
estadual do banco, Marcos Roberto Sozza, afirma que a expectativa é que
se chegue aos R$ 100 milhões, equivalente ao volume de negócios do ano
passado. Somente os produtores que respeitaram o período recomendando
para plantio puderam pleitear o crédito. O período para avaliação do
crédito foi prorrogado até o fim deste mês, mas somente para avaliação
das operações que já deram entrada no Banco do Brasil, até abril. Fonte: Clube do Fazendeiro
Soja
Fonte: Correio do Povo
Desgraça dupla
Os produtores de soja do Paraná foram vítimas de um longo período de clima seco durante o desenvolvimento da planta, o que acarretou queda na produtividade. Os que estão com a colheita atrasada agora têm um novo problema: excesso de chuva, que deverá diminuir a qualidade dos grãos.
Fonte: Folha de S.Paulo
Safra de soja em Mato Grosso será 12,4% maior
Mesmo com a incidência da Ferrugem Asiática
e das fortes chuvas registradas no início deste ano no Mato Grosso, a
safra 2003/04 de soja está 12,4% acima do volume registrado no ano
anterior (12,9 milhões toneladas) e somará 14,5 milhões de toneladas.
Com a colheita já concluída confirmaram-se as expectativas de queda da
produtividade, que passou de uma média estadual de 2,9 mil quilos por
hectare, para 2,8 mil na atual safra. Com os 5,1 milhões de hectares
plantados, o setor apostava em uma produção de 15,6 milhões de
toneladas. Comparando a previsão inicial com os números computados
pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea), a quebra é
de cerca de 10%.
http://www.diariodecuiaba.com.br/
Algodão
Vendas locais
Os contratos futuros do
algodão subiram na bolsa de Nova York ontem, sustentados por compras de
traders locais e cobertura de posições. O papel com vencimento em
julho fechou em alta de 1,99%, para 61,75 centavos de dólar por
libra-peso. Segundo a agência Dow Jones Newswires, um broker comprou
posições de julho e vendeu de dezembro, colaborando para a alta. Keith
Brown, diretor da
Fonte: Valor Econômico
Embarques no
primeiro quadrimestre de 2004 crescem mais de duas vezes em relação a
2003 em Paranaguá
Curitiba – No último mês, as exportações de algodão pelo Paranaguá
atingiram um volume de 981 toneladas, conforme dados da Administração
do Porto divulgados nesta quinta-feira (6). Essa quantidade representa
queda de 36,4% em comparação ao mesmo mês do ano passado, quando os
embarques no local totalizaram 1.542 toneladas. Em compensação, apesar
deste recuo em abril, no acumulado do ano os números foram positivos.De
janeiro a abril, as exportações de algodão pelo Porto de Paranaguá
atingiram 13.131 toneladas contra apenas 5.656 toneladas registradas no
primeiro quadrimestre de 2003. Assim, nos primeiros quatro meses do ano
os embarques cresceram mais de 2 vezes sobre o ano anterior, ou 132%.
Fonte: Rural Business
Hortifruti
Felizes com as peras
Agricultores do município de São Miguel Arcanjo, no sudoeste de São Paulo, estão conseguindo bons resultados com o cultivo de pêras asiáticas. Setenta por cento da produção já foi colhida. A safra deve ser 50% maior comparada ao ano passado quando os agricultores de São Miguel Arcanjo, região sudoeste do Estado foram surpreendidos com uma geada no período de florada. As frutas cultivadas em São Miguel Arcanjo são de origem asiática. As variedades são resultados de cruzamentos entre a maçã japonesa e a pêra americana. As características garantem coloração, aparência e sabor diferenciados. O plantio começou a ser feito há 10 anos. Desde então, os produtores estudam maneiras de adaptá-las ao clima da região. “Ela necessita de muito frio no inverno para ter a dormência, então, isso é o que falta no Brasil. Na região Sul do país existe um clima satisfatório, mas na região de São Miguel falta o frio. Assim, ela não tem uma brotação uniforme e a produção cai um pouco”, diz Wilson Sazaka, agrônomo. O casal Shinosaki veio do Japão há quase 40 anos. Há 9 cultiva 10 variedades de pêra em quatro hectares. Para este ano, a expectativa é colher 12 toneladas. O quilo da fruta tem saído em média R$5,00 e ele pretende ampliar o plantio para aumentar as vendas. Dona Terume vende a fruta na feira e sabe que o consumidor é garantido. “Quem compra uma vez volta e gosta muito”, afirma dona Terume.
Fonte: Globo Rural
Banana passa a ter selo de qualidade
Dentro de um ano e meio, a banana produzida no Estado chegará ao mercado com selo atestado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e que permitirá identificar como a fruta foi produzida e em que pomar. Detalhes sobre como será implantada a produção integrada de banana, através da qual os produtores obterão o selo, foram discutidos no 4º Simpósio Brasileiro sobre Bananicultura. O evento, que se encerra hoje, reuniu durante a semana em Joinville 350 produtores e técnicos do país. A produção integrada segue normas que prevêem cuidado com o ambiente e a preservação da fruta até chegar ao consumidor, através da manipulação, embalagem e transporte. As normas de produção, que foram criadas por produtores em parceria com a Epagri, são as primeiras do mundo e garantem o cultivo dentro das exigências internacionais. As regras serão publicadas no Diário Oficial em julho, informa o pesquisador Robert Harri Hinz. Para obter o selo, os bananicultores terão que comprovar, com laudos assinados por técnicos, a necesssidade de uso de adubo no solo ou de químicos para combater pragas, por exemplo. Hinz assegura que são normas viáveis de serem seguidas em pequenas propriedades, maioria na cultura de banana catarinense. O objetivo não é aumentar o preço da banana, embora se tenha a intenção de que, com este selo, a fruta passe a ser mais consumida também pelas classes A e B, onde o consumo é menor, diz o pesquisador. A produção integrada deve ajudar a reduzir as perdas que existem hoje - a estimativa é de que metade da banana seja jogada fora por descuidos na embalagem, transporte e na venda. O Badesc abriu uma linha de financiamento para a construção de centrais de embalagens. Há R$ 1,2 milhão disponível para empréstimos e a idéia é que estas estruturas sejam construídas através de associação de produtores. O primeiro grupo, com 40 técnicos e 40 produtores de Luiz Alves e Schroeder, começou a receber capacitação para a produção integrada e a expectativa é de que, até o ano que vem 250 produtores estejam treinados. Apenas a maçã tem selo de qualidade e possui normas de produção. Estão em processo de certificação as culturas de manga, uva, pêssego e melão, que devem ganhar selo antes da banana.
Fonte: Diário Catarinense
Arroz
Não há euforia na safra gaúcha
O presidente do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), Pery Francisco Sperotto Coelho, afirmou ontem que não há nenhum tipo de euforia entre os produtores de arroz do Rio Grande do Sul, seja em função do preço ou da boa safra que está sendo colhida este ano. Segundo ele, apesar da produção obtida na safra, favorecida pelo clima e o aporte de alta tecnologia na safra 2004, as entidades e os produtores arrozeiros do sul estão com os pés muito firmes no chão, encarando uma realidade difícil. O aumento dos patamares de produção de arroz no Rio Grande do Sul e no Brasil, nesta safra, é resultado de uma evolução de todo o agronegócio nacional, do clima e da tecnologia, segundo Sperotto Coelho. “Há um crescimento normal”, afirma, descartando o rótulo de supersafra que têm sido propagado no centro do país. O presidente do Irga ainda lembra que o fato dos arrozeiros estarem obtendo rentabilidade nesta fase da safra é positivo, mas não é comemorado. Segundo ele, a lavoura gaúcha de arroz irrigado está pressionada pela necessidade de realizar grandes investimentos tecnológicos em busca de alta produtividade e competitividade internacional (para evitar por exemplo a aquisição de produto importado com subsídio na origem) e também por dívidas históricas que estão sendo pagas, como securitização, Pesa e outros mecanismos.
http://www.paginarural.com.br/noticias_detalhes.asp?subcategoriaid=2&id=12797
Discordância do governo
Associação Brasileira da Cadeia Produtiva do Arroz discorda dos números do governo. Conab e IBGE estimam safra próxima de 12,8 milhões de toneladas. Nas contas da Abrarroz, a produção deste ano fica entre 11,5 milhões e 12 milhões de toneladas. Nos cálculos da Abrarroz, o consumo nacional é de 12,5 milhões de toneladas, volume que deverá ser complementado com produto vindo do Mercosul. Segundo a associação, indústria e varejo não conseguirão importar arroz neste ano devido ao alto preço dos fretes e do produto nos EUA e na Ásia.
Fonte: Folha de S.Paulo
Trigo
| Cafeicultor
pede novas alternativas de crédito |
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Os produtores de café estão pedindo ao governo novas fontes de financiamento. Os R$ 900 milhões previstos para a cafeicultura este ano foram considerados insuficientes para financiar o setor. Na reunião do Conselho Deliberativo da Política do Café (CPDC), nesta quinta-feira, os produtores pediram que o governo libere R$ 60 milhões para equalizar as taxas de juros de fontes alternativas de financiamento, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou a Poupança Rural, com as taxas do Funcafé, de 9,5%. A demanda de crédito para a safra, estimada pelo setor cafeeiro, é de R$ 3,2 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para colheita e comercialização e R$ 1,2 bilhão em contratos de opção. Se o governo autorizar a liberação dos R$ 60 milhões para equalização da taxas de juros, a estimativa é de que seja possível alavancar até R$ 600 milhões a mais para financiamento do setor. O problema será convencer a área econômica a autorizar a liberação em tempos de ajuste fiscal. O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, apresenta nesta sexta ao ministro da Fazenda, Antônio Palocci, uma proposta para compensar essa despesa. A idéia é vender parte do estoque público de 980 mil sacas de café adquiridas em 2003 dos produtores que exerceram os contratos de opção. É um café de boa qualidade que pode ser adquirido pelos exportadores nos próximos 60 dias, até que entre no mercado a safra 2004/05, que está em fase final de colheita. "Esse é o melhor momento para vender o café das opções", disse o secretário de Produção e Comercialização do ministério da Agricultura, Lineu Costa Lima. Até agora, o setor já garantiu R$ 500 milhões para financiar colheita e estocagem e R$ 200 milhões em Linhas Especiais de Crédito (LEC). Outros R$ 200 milhões serão liberados sob a forma de Empréstimos do Governo Federal (EGF) assim que o presidente Lula assinar decreto fixando em R$ 157/saca o preço mínimo de café. Na reunião com Palocci, Rodrigues também apresentará as propostas de criação de novos instrumentos financeiros para elevar a oferta de crédito para o agronegócio, como os contratos de opção privados, os certificados de Recebíveis do Agronegócio e de Depósitos Agrícolas. Se aprovados pela área econômica, os novos papéis farão parte do Plano de Safra 2004/05. |
COTAÇÃO MILHO
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| (*)Máxima ao comprador |
COTAÇÃO SOJA
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| PG
= Porto de Paranaguá
Preço Máximo Conseguido |
Paraná vai colher a segunda maior safra de soja de sua história
O Paraná está colhendo a segunda melhor safra de soja de sua história, apesar das perdas causadas pela falta de chuvas, de acordo com boletim do Deral/PR Ler...Especulador faz cotação da soja saltar 3,81% na bolsa de Chicago
Os contratos com vencimento em julho voltaram a se aproximar da marca dos US$ 10 por bushel, este o maior patamar em mais de 15 anos no mercado internacional Ler...Rio Grande do Sul vai faturar R$ 1,2 bilhão a mais com safra de verão
O Rio Grande do Sul vai faturar R$ 1,2 bilhão a mais que no ano passado com a safra de verão, não obstante a grande quebra da produção de soja e milho Ler...Conab anuncia nesta quarta-feira safra de grãos da temporada 03/04
O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e o presidente da Conab, Luís Carlos Guedes Pinto, anunciam nesta quarta-feira a safra brasileira de grãos 2003/04 Ler...Comigo inaugura nova indústria e amplia capacidade de esmagamento
A Cooperativa Mista dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano vai inaugurar uma indústria com capacidade para processar 2,5 mil toneladas de soja por dia Ler...Porto de Paranaguá perde espaço nas exportações de soja em março
Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que, no mês, as exportações por Paranaguá somaram 247,3 mil toneladas, ante 647 mil em igual mês de 2003 Ler...
Importância,
sintomas e controle das principais pragas que atacam as raízes da
planta do milho Ler...
China quer fazer parceria com empresas de soja do Brasil
Com demanda crescente por soja, os chineses buscam um parceiro brasileiro disposto a desenvolver um projeto conjunto para produzir a commodity e exportá-la Ler...Embrapa pesquisa eficiência de fertilizantes para cultura do milho
A Embrapa está pesquisando a eficiência agronômica de fertilizantes em diferentes métodos de aplicação na cultura do milho cultivado em sistema de plantio direto Ler...Agrishow 2004 exibe inovações tecnológicas para o campo
Começa hoje em Ribeirão Preto, São Paulo, a 11ª edição da Agrishow. A perspectiva é movimentar R$ 1 bilhão em vendas Ler...Ferrugem asiática deve destruir três milhões de sacas de soja
A soja plantada no inverno (safrinha), além de apresentar produtividade questionável, pode se transformar em um grande risco para o agricultor Ler...ONU adverte que surto de gripe do frango pode reincidir no Vietnã
A gripe do frango, que já causou 15 mortes no Vietnã, reaparecerá no país em dois ou três meses, advertiram, sexta-feira, em Hanói, fontes da ONU Ler...Crédito: Ainda
sobra dinheiro em linhas oficiais - Até março, cai percentual de
aplicação de recursos de programas específicos do Ministério da
Agricultura
A pouco mais de dois meses do fim da safra 2003/04, os bancos ainda têm
em mãos R$ 2,69 bilhões referentes a programas específicos de crédito
do Ministério da Agricultura. No mesmo período da safra passada, o
volume disponível era de R$ 1,12 bilhão. Em parte, esta sobra maior
deve-se ao aumento nominal dos recursos disponibilizados, que passaram
de R$ 5,22 bilhões para R$ 8,15 bilhões de uma temporada para outra.
Mas, proporcionalmente, a aplicação dos recursos está menor.
Conforme Ivan Wedekin, secretário de Política Agrícola do ministério,
isso ocorre porque os bancos não informam os clientes sobre a maioria
dos programas. "Os agentes não se sentem motivados a aplicar
recursos por conta dos longos prazos de financiamento e carência".
Wedekin reconhece, porém, que a liberação também tem sido
contingenciada em função dos gastos com a equalização de juros.
"O aumento de recursos faz crescer os gastos com equalização e
os recursos do Tesouro Nacional são limitados". Entre julho de
2003 (início da safra 2003/04) e março último, foram tomados R$
5,46 bilhões, ou 66,9% do total disponível. Na safra anterior, o
volume aplicado no mesmo período - R$ 4,1 bilhões - respondia por
78,6% do total. No caso dos programas operados pelo BNDES, a relação
caiu de 78,1% para 57,4%. A preocupação com a equalização é
sentida principalmente no programa Moderfrota (voltado à aquisição
de máquinas agrícolas), em que a maior parte da procura foi desviada
para o Finame Agrícola Especial - programa que não a prevê. Conceição
Keller, chefe do departamento de suporte e controle operacional do
BNDES, explica que até setembro de 2003 os produtores haviam tomado
R$ 1,25 bilhão do Moderfrota, o que levou o governo a contingenciar a
liberação da verba restante para controlar os gastos com equalização.
Desde então, a demanda dos produtores foi suprida com o aumento de
recursos do Finame Agrícola Especial, que passou de R$ 500 milhões,
no início desta safra 2003/04, para os atuais R$ 2,65 bilhões. Desse
total, foram tomados R$ 1,26 bilhão e R$ 631 milhões estão em
processo de liberação. No caso do Moderfrota, R$ 1,27 bilhão já
foram empregados pelo setor e R$ 418 milhões estão comprometidos.
Wedekin estima que sejam tomados R$ 4,5 bilhões nos dois programas até
junho, ante R$ 2,17 bilhões no ciclo 2002/03. Guilherme Dias,
professor titular da FEA/USP, acredita que, nas próximas safras,
haverá crescente migração de recursos para investimento que não
exijam equalização. Dias inclusive não vê com otimismo a proposta
de lançamento do CDA (Certificado de Depósito Agropecuário) e do
WPA (Warranty de Produto Agropecuário) para financiamento de parte da
safra 2004/05 com capital privado. "Os agentes querem aplicações
que ofereçam rentabilidade e liquidez. Será difícil atrair recursos
para o setor, a menos que a proposta preveja alguma vantagem fiscal ou
garantia de rentabilidade " , analisa Dias. Para Wedekin, a busca
de capital privado é inevitável. "Só o setor de máquinas
deverá tomar R$ 5 bilhões na próxima safra. O agronegócio não
cabe no modelo atual de crédito". Segundo o secretário, alguns
programas com baixo índice de aplicações serão revistos no próximo
plano-safra, como Prodefruta (fruticultura), Prodecoop (cooperativas),
Propflora (flores) e Proleite (pecuária leiteira). Redução de
verba, revisão de prazos e mudança nas exigências para liberar
recursos estão em discussão no ministério. Outros devem ganhar espaço,
como Moderfrota, Moderinfra (infra-estrutura) e Moderagro. Voltado à
recuperação de solos, o Moderagro já começa a sofrer mudanças. O
programa tinha verba de R$ 600 milhões em 2003/04, e até março
foram gastos R$ 613,3 milhões. Recursos de outros programas serão
realocados para atender à demanda, que deve superar R$ 700 milhões
até junho. Para Wedekin, o aquecimento deve-se ao aumento da área
plantada nas duas últimas safras, de 38,3 milhões para 47 milhões
de hectares. O Moderinfra também é visto com bons olhos e deve
ganhar força. "O Brasil tem capacidade de armazenagem para 90
milhões de toneladas e, desse total, só 5% estão em propriedades
rurais. Na Argentina o índice é de 20%", compara Wedekin. Ele
explica que a indústria de armazenagem não está conseguindo atender
às encomendas atuais, por isso foram tomados 43,5% dos recursos. Para
o ano, as encomendas estão previstas em R$ 500 milhões.
Fonte: Valor Econômico
Grãos
Obras duplicarão
exportação de grãos do Paraná
Governos estadual e federal investirão R$ 148 milhões para aumentar
capacidade do porto em 30% nos próximos 2 anos. As obras de ampliação
do Porto de Paranaguá irão aumentar em 30% a capacidade do Porto -
maior exportador de grãos da América Latina. De acordo com o
superintendente do Porto de Paranaguá, Eduardo Requião, a capacidade
de exportação de grãos irá praticamente duplicar, já que em vez
de três berços, cinco estarão aptos para receber os navios
graneleiros. "Além disso, vamos melhorar a logística do porto,
com dragagem e recuperação do cais." Eduardo, irmão do
governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), explicou que as obras
de ampliação incluem, além da construção do Cais Oeste, a
recuperação de 1.100 metros de cais e a dragagem dos 16 berços já
existentes. Atualmente, a profundidade dos berços varia de 8 a 12
metros mas, após a dragagem, todos terão no mínimo 12 metros. Além
disso, a extensão atual do cais de embarque, que é de cerca de 2.600
metros, será de aproximadamente 3.400 m. "Serão mais três
navios que poderão atracar." As obras incluem também o reforço
das cortinas, que são os muros de contenção que garantem a
estabilidade do Porto. "Todos esses procedimentos são
independentes, mas serão realizados simultaneamente. Esta é uma obra
projetada para 24 meses, mas se a empresa responsável pela ampliação
fizer em menos tempo, o Porto está capitalizado para pagar a obra,
mesmo antes do prazo final previsto", disse Eduardo. A obra está
orçada em R$ 148 milhões e a administração do Porto tem mais de R$
160 milhões em caixa. Outra vantagem da ampliação destacada por
Eduardo Requião é a possibilidade de se criar um corredor de exportação
oeste de soja, utilizando os um dos três novos berços,
simultaneamente com o berço de número 201, que será aprofundado, e
os outros três que já são utilizados. "Com a ampliação,
vamos praticamente dobrar nossa capacidade de exportação." O
governador Roberto Requião acertou com o ministro dos Transportes,
Alfredo Nascimento, uma parceria para a ampliação do Porto de
Paranaguá. Em um encontro segunda-feira em Curitiba, também foram
discutidos o ressarcimento de obras delegadas e federais realizadas
pelo estado e a situação da malha viária paranaense.
Fonte: Gazeta Mercantil
Milho
Chuva ajuda na safrinha da fronteira
A chuva que caiu
durante todo o dia e noite de segunda-feira reduziu a temperatura na
fronteira, mas beneficiou os agricultores que plantaram a safrinha 2004.
Conforme informações da Empresa de Infra-Estrutura Aeroportuária
(Infraero), a temperatura, que à meia-noite estava acima de 22 graus,
chegou a menos de 18 graus com tendência de queda ainda maior.Segundo
Elbio Silva, do setor de meteorologia da Infraero, a temperatura mais
baixa foi registrada ontem por volta das 6h, quando os termômetros
marcaram 17,8 graus, mas a tendência era de que à noite ela caísse um
pouco mais, já que uma frente fria que vinha do Chile já estava na
Argentina e poderia chegar a Ponta Porã. A força do vento permaneceu
normal, sendo registrada velocidade de 20 quilômetros por hora no final
da tarde.
Fonte: Correio do Estado
Soja
Algodão
Algodão: Recuperação
em NY
Os contratos de algodão tiveram alta ontem na bolsa de Nova York, após
fechar em queda no dia 20. Segundo a agência Reuters, o dia foi marcado
por rolagem de posições de maio para julho, com a aproximação do
primeiro de notificação, em 26 de abril. O mercado aposta na commodity
com base no aumento da área plantada nos Estados Unidos e China. As
compras da China no ano passado elevaram os preços do algodão para seu
nível mais alto desde 1995. Os contratos para julho fecharam a 62,61
centavos de dólar por libra-peso, com alta de 1,24% (ou 77 pontos) em
relação ao pregão anterior. No mercado doméstico, o algodão em
pluma registra queda de 3,19% no mês. No dia 20, o produto foi
negociado a R$ 2,1572 por libra-peso, segundo o índice Cepea/Esalq.
Fonte: Valor Econômico
Consultoria prevê crescimento de 130% nas exportações de algodão
As exportações brasileiras de algodão poderão crescer em mais de 130% este ano, segundo previsão da consultoria Global Invest, especializada em economia e finanças. "O algodão nunca foi um produto de expressão no Brasil, mas essa história vem mudando há algum tempo. A cultura vem ganhando espaço a cada safra com seu sucesso no mercado internacional", diz o documento, divulgado neste mês. De acordo com os consultores, os produtores brasileiros voltaram a se interessar pelo algodão, principalmente após o aumento dos preços no mercado internacional. Segundo a pesquisa, a melhora da cotação do produto na bolsa de Nova York começou em maio de 2002, quando o preço estava em 28,96 centavos de dólar a libra, e em outubro do ano passado chegou a 77,05 centavos de dólar por libra. Além disso, segundo o estudo, houve investimentos em tecnologias de produção que tornaram a qualidade do cultivo no Brasil superior à de muitos outros países produtores. O relatório acrescenta que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) teve um papel fundamental nesse ganho de qualidade ao desenvolver sementes resistentes à seca e que não necessitam de agrotóxicos. Além disso, foi criado no Brasil um tipo de algodão cujas fibras são naturalmente coloridas. No ano passado o Brasil produziu 847,5 mil toneladas de algodão em pluma, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e exportou 180 mil toneladas. Para este ano a previsão da safra é de 1,151 milhão de toneladas e de exportações de 420 mil toneladas. Em 2003 as receitas de exportação de algodão somaram US$ 188,5 milhões, contra 93,8 milhões em 2002. Um aumento de mais de 100% de um ano para o outro. O crescimento na produção, segundo a Global Invest, fez o Brasil tornar-se "rapidamente" o sexto maior produtor mundial do produto. Ainda assim o país continua a ser também um grande importador. De acordo com o relatório, isso ocorre porque a maior parte da colheita brasileira é feita entre junho e julho, e as importações são feitas entre janeiro e março, quando os estoques diminuem.
Hortifruti
Abacaxi
paraibano quer ganhar mercado externo
Recife - Segundo maior produtor do País, a Paraíba faz convênio com
Pernambuco para aumentar exportações. O governo da Paraíba e a Bolsa
do Comércio de Pernambuco firmaram convênio para desenvolver trabalhos
de conscientização e estímulo à exportação com produtores
paraibanos da abacaxi em 37 municípios vocacionados para a cultura.
Caberá à Emater, órgão da Secretaria de Agricultura paraibana, a
disponibilização dos recursos humanos necessários à implementação
dos programas enquanto a Bolsa será incumbida de fornecer a
infra-estrutura a ser utilizada no trabalho de campo. O objetivo da
estratégia é de melhorar a comercialização da produção paraibana e
incrementar as exportações. Apesar de ocupar a segunda posição no
ranking nacional de produção do abacaxis, perdendo apenas para Minas
Gerais, a Paraíba ainda não conseguiu o título de possuir o melhor
fruto. Entretanto, suas duas variedades são as mais comercializadas no
País: a "pérola", preferida pelos consumidores brasileiros e
sul-americanos porque apresenta um fruto mais palatável, mais adocicado
e menos fibroso, e a "smooth cayenne" mais amargo e fibroso,
disputado no mercado europeu. apesar disso, os paraibanos ainda patinam
na hora de vender ao exterior. As autoridades locais costumam observar,
entretanto, que a atestado de qualidade ao produto paraibano foi
conferido pelos próprios mineiros, atualmente os maiores produtores. A
observação é comprovada por cifras: de fevereiro a julho, o mineiro
paga 50% acima da cotação média para adquirir o fruto da Paraíba, e
na época de maior produção chegam a desembolsar 20% de ágio na
compra da fruta. No ano passado, a Ceasa de Minas Gerais (central de
abastecimento) comercializou cerca de 34 milhões de frutos, disse Leôncio
Vilar, assessor da cultura do abacaxi na Emater paraibana. Desse volume,
cerca de 10 milhões foram adquiridos na Paraíba que forneceu 28,38% do
total vendido no entreposto de comercialização de Belo Horizonte. De
300 hectares em 1938, quando se registrou a existência ou início da
cultura no Estado, os paraibanos tomaram gosto pelo cultivo da cultura e
colheram , no ano passado, uma produção de 270,9 milhões de frutos,
numa produtividade média por hectare de 29.931 frutos numa área de
9.051 hectares. De acordo com Vilar, o ananás comosus, nome científico
da fruta, começou a ser trabalhado pelo IPA (Instituto de Pesquisa
Agropecuária) de Pernambuco na Estação Experimental de Itambé,
cidade limítrofe com a Paraíba, usando a variedade pérola ou
"branco de Pernambuco". No Nordeste, o IPA foi a primeira estação
a desenvolver experimentos com o abacaxi. Vilar lembrou que a lavoura
abacaxizeira começou a ser trabalhada na Paraíba, no ano de 1955 na
Fazenda Buracão, município de Sapé, pela empresa de sucos Maguary. A
cultura teve sua fase áurea na Paraíba nas décadas de 60 e 70 quando
existiam 13 empresas instaladas entre os municípios de Mari e Sapé que
exportavam principalmente para a Argentina. Atualmente, disse o secretário
da Agricultura Francisco de Assis Quintans, apenas a Tropfruit faz o
processamento do abacaxi para a finalização de sucos com a meta de
atingir até 60 mil toneladas da fruta. "Até junho, esperamos
fechar acordos para instalar mais uma indústria no ramo",
garantiu. Quintans ressaltou que por orientação do atual governo, para
revitalizar a cultura na Paraíba, estão sendo acompanhadas e
desenvolvidas importantes etapas da cadeia produtiva, desde o plantio até
a comercialização antecipada e a venda do produto final. Os produtores
estão sendo capacitados e assistidos, e a mais recente novidade, além
do convênio com a Bolsa de Pernambuco, é o decreto publicado pelo
governador Cássio Cunha Lima que diminui em até 12% o valor do ICMS
(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na venda de
insumos (adubos químicos) para a produção agrícola. A iniciativa,
segundo Vilar, beneficia a cultura do abacaxi em todo o estado porque
foca diretamente o gargalo da produção, representado pelos altos
custos dos insumos, responsáveis pelo encarecimento na lavoura. O custo
para se produzir 1 hectare de abacaxi fica em torno de R$ 6.500 a R$ 10
mil, dependendo do nível tecnológico utilizado pelos produtores, e o
retorno é compensador pois para cada hectare ganha-se em média R$ 9
mil, garantiu Leôncio Vilar. Economicamente, a cultura é viável pois,
ainda tendo como parâmetro 1 hectare, são gerados direta e
indireta-mente na Paraíba 67.880 empregos. Do abacaxi produzido na Paraíba
apenas 23% fica no estado, 21% é vendido para São Paulo, 15% abastece
a Bahia, 10% é exportado para o Rio de Janeiro e Minas Gerais, 8% vai
para o Rio Grande do Sul, 6% destinado a Sergipe, 4% da produção é
escoada para Santa Catarina e 1% é vendido para o vizinho Estado de
Pernambuco. A safra paraibana começa gradativamente em agosto e termina
em janeiro. Em agosto é colhido 11% da produção total, em outubro
16%, novembro 15%, dezembro 16% e em janeiro os produtores colhem a
menor produção, algo em torno de 8%. De fevereiro a julho a produção
oscila de 2% a 5%. Dos cinco municípios maiores produtores paraibanos
em 2003, destacam-se: Santa Rita com 79,8 milhões de frutos em 2.660
hectares, Itapororoca colheu 54 milhões de frutos em 1.800 hectares,
Araçagi 31milhões de frutos em 970 hectares, em quarto lugar Pedras de
Fogo cuja produção foi de 23,280 milhões de frutos numa área de 776
hectares e finalmente, Sapé aparece em quinto lugar com uma produção
de 13.390 frutos numa área de 413 hectares. Leôncio Vilar afirmou que
esse ano há uma tendência de estabilização da produção em relação
a 2003.
Fonte: Gazeta Mercantil
Arroz
Comercialização de arroz é debatida em São Borja
Aconteceu ontem (21), às 20h, no Sindicato Rural, em São Borja, um debate sobre a comercialização da safra de arroz, em fase final de colheita na região. A reunião foi uma iniciativa da Associação dos Arrozeiros. Com área plantada de 42 mil hectares e produtividade média de 6,2 mil kg/hectare, o município registra safra recorde este ano e a intenção da associação é adotar procedimentos que evitem o aviltamento de preços. São Borja e Itaqui têm encaminhado negociações conjuntas.
Fonte: Correio do Povo
Trigo
Feijão: Perda em Cristalina chega a 80% - Excesso de chuvas e estradas destruídas fizeram com que a Prefeitura decretasse situação de emergência /GO
Os produtores rurais de
Cristalina já contabilizam prejuízos equivalentes a 40% da produção
agrícola do município, índice que chega a 80% no caso do feijão
das águas. A informação é do presidente da Comissão de Grãos da
Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg), Alécio Maróstica,
que também é produtor na região. Segundo ele, a situação é dramática,
pois o produto que não se perdeu com o excesso de chuvas está se
perdendo agora pela impossibilidade de retirá-lo das lavouras.
http://www.opopular.com.br
COTAÇÃO MILHO
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COTAÇÃO SOJA
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| PG
= Porto de Paranaguá
Preço Máximo Conseguido |
Preço do milho acumula alta de 27% nos últimos 40 dias
A retenção dos estoques pelos produtores e a perspectiva de redução de área e produção da safra de inverno continuam sustentando os preços do milho no mercado interno Ler...Exportação suína cresce 10,1% em março no Rio Grande do Sul
Após dois meses consecutivos de redução nas exportações, devido especialmente à imposição de cotas da Rússia, a indústria gaúcha de carne suína apresentou recuperação Ler...Quebra na safrinha de milho em Goiás favorece preço
Depois de equiparar-se ao valor mínimo de garantia do Centro-Oeste, o preço do milho reagiu e na semana passada foi comercializada a R$ 17,00, em média, em GO Ler...Produtor de Minas Gerais vai colher mais milho e soja nesta safra
A produção mineira de milho, pela estimativa da Faemg, apresentará evolução de 8,4% passando de 5,3 milhões de toneladas para 5,8 milhões de toneladas Ler...Porto de Paranaguá deve normalizar os embarques nessa semana
Caminhões voltaram a descarregar soja no Porto de Paranaguá, depois de um bloqueio de motoristas ter fechado a entrada e a saída do pátio de triagem do porto Ler...Quebra da safra de soja no Rio Grande do Sul já chega a 43%
A perda representa 4,1 milhões de toneladas a menos, reduzindo as lavouras gaúchas para 5,4 milhões de toneladas, conforme levantamento da Emater/RS Ler...Faça
agora o Download dos novos Catálogos de Híbridos e Cultivares Pioneer
Sementes Ler...
Os
aspectos que devem ser considerados na pré colheita, planejamento,
qualidade de grãos e perdas na Colheita do Milho Ler...
Apesar
de o município ter registrado índices pluviométricos abaixo dos
normais, os agricultores estão colhendo uma média de 140 sacos por
alqueire, chegando, em algumas propriedades, a 180 sacos Ler...
Com
a ampliação das instalações da Central de Inseminação Artificial
de Suínos, a Coperio (SC) pretende aumentar o número de reprodutores
alojados Ler...
A salmonela foi um dos temas centrais abordados no segundo dia do 5º Simpósio Brasil Sul de Avicultura que encerra hoje (07-04), em Chapecó, Santa Catarina Ler...
Chuvas no final de semana salvam lavouras de milho em Dourados (MS)As
chuvas do final de semana em Dourados (MS) estão sendo consideradas
pelos produtores rurais como a verdadeira salvação da lavoura Ler...
A
administração municipal de Francisco Beltrão (PR), e a direção do
Frigorífico Sadia, juntamente com os produtores rurais, comemoram a
construção do novo aviário Ler...
Segundo
fontes ligadas ao governo, às indústrias e a entidades ambientais e de
defesa do consumidor, aí está o maior desafio para que as regras sejam
de fato cumpridas Ler...
A
produção de grãos na Argentina deverá ser de 70 milhões de
toneladas na atual safra, com ênfase para a soja, milho, trigo e arroz Ler...
As
recentes dificuldades de operação e a proibição dos transgênicos
fizeram o volume de embarque de soja em grão pelo Porto de Paranaguá
despencar nos últimos meses Ler...
Devido
à redução de 8,74% na área cultivada para a segunda safra de milho
(safrinha), a estimativa da produção total em 2003/04, na Comcam,
deverá ficar em 1,137 milhão de ton Ler...
Compra especulativa de milho determinou alta ontem em Chicago
Compras especulativas um dia antes da divulgação do relatório de estoques e de intenção de plantio, fizeram o mercado futuro de milho fechar em alta ontem em Chicago Ler...Rotulagem de alimentos transgênicos entra hoje em vigor
Produtos que contenham ou sejam elaborados com ingrediente à base de soja só poderão ser comercializados se trouxerem no rótulo informações sobre a composição Ler...Vietnã declara ter erradicado vírus da Influenza Aviária
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A exportação pelo Porto de Paranaguá está proibida e os produtores decidiram enviar o produto pelo porto mais próximo, por meio da Coamo Ler...
Saiba
mais sobre umidade ideal de colheita, regulagem da colheitadeira,
perdas, cálculos de eficiência de campo e capacidade efetiva de
trabalho na Colheita do Sorgo Ler...
Vietnã anuncia fim do surto da gripe aviária
A capital do Vietnã, Hanói, declarou o fim do surto de gripe de aves, acompanhando a maior cidade do país, Ho Chi Minh. Já são 32 as cidades vietnamitas que informam o fim dos surtos Ler...Justiça determina que rotulagem de transgênicos começa no dia 31
O decreto que obriga à rotulagem de produtos transgênicos ou que apresentem em sua composição ingredientes com mais de 1% deve entrar em vigor no dia 31 Ler...Porto de Paranaguá confirma veto para embarque de soja transgênica
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Os produtores de soja do Mato Grosso estão deixando de faturar cerca de 50% a mais com a alta do mercado internacional do produto Ler...Greves ameaçam as exportações de frango no Paraná
A continuidade dos bons resultados obtidos pela indústria avícola do PR nos dois primeiros meses de 2004 está ameaçada pela greve dos fiscais agropecuários Ler...Quebra na safra de soja em Mato Grosso do Sul supera previsões
Na estimativa do IBGE divulgada na sexta-feira, a projeção de safra caiu para 3,764 milhões de toneladas, ou seja, 1,248 milhão de toneladas de grãos a menos Ler...Soja mantém alta e atinge a maior cotação em reais no Paraná
O preço da saca de soja atingiu a maior cotação já registrada em real no Paraná, segundo informações do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura Ler...Estiagem e greve alavancam a soja a preço inédito no MS
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As exportadoras avícolas do PR já perderam até R$ 20 milhões com a paralisação em Paranaguá. Nos quatro dias de greve, as mercadorias não embarcadas impediram faturamento de R$ 17,4 mi Ler...Governador do Paraná cobra de Lula área livre de transgênicos
Requião divulgou na segunda-feira um ofício, datado de 16 março, que foi encaminhado ao presidente Lula solicitando que o Estado seja reconhecido como livre de transgênico Ler...Abate de suínos mostra queda de 16% nos frigoríficos do PR
A principal causa da queda foi a diminuição do volume de carnes e derivados exportados para a Rússia, conforme explicou o economista Gustavo Fanaya, do Sindicarne Ler...Realização de lucros motiva retração da soja na bolsa de Chicago
Depois de oito sessões consecutivas de valorizações, principalmente por conta de problemas de oferta na América do Sul, as cotações da soja recuaram ontem em Chicago Ler...MUDANÇAS NA CULTURA DO MILHO NO BRASIL E PERSPECTIVAS PARA 2004
Nos últimos anos, a cadeia produtiva do milho tem sofrido uma série de mudanças, que estão alterando as perspectivas do mercado. Entre estas, destacam-se três principais:
Aumento da produtividade, fruto do maior uso de tecnologia: Atualmente, o Brasil planta uma área de milho menor do que a 20 anos atrás, mas colhe quase o dobro do que colhia então! Esse aumento de produtividade é decorrente da maior utilização de novas tecnologias pelos produtores de ponta, de uma maior número ode produtores usando alto tecnologia, e pela gradativa saída da atividade dos produtores pouco tecnificados.
Inserção no mercado mundial: O Brasil começa a firmar pé no mercado internacional, e isso "dolariza" o preço do produto interno, o que muitas vezes é favorável. Em médio prazo, o potencial de exportação do milho Brasileiro deve aumentar muito, na medida em que a China passará de exportador a importador do produto (a China, que exportava em média 15 milhões de Ton de milho por ano, em 2003 exportou apenas 8 milhões e é previsto que será um importador de 10 a 15 milhões de toneladas em poucos anos). Além disso, os Estados Unidos, maior produtor e exportador mundial, terá seu próprio aumento de consumo interno, principalmente para suprir a produção de Etanol. Essa combinação de fatores abre uma grande oportunidade para o Brasil no mercado internacional de milho, já que, além dos EUA e da China, apenas a Argentina e o Brasil podem ser considerados potenciais exportadores de milho.
Diminuição da área de verão e aumento da dependência da safrinha: A grande performance da soja nos últimos anos tem roubado área de milho verão consistentemente. A safrinha, que até pouco não representava muito na oferta anual de milho, em 2002/03 foi responsável por 25% do total da produção. Embora seja uma alternativa muito atraente para o produtor, o plantio de milho pós-soja precoce, sob condições climáticas favoráveis, acaba sendo uma prática muito perigosa, visto que o potencial da safrinha é mais limitado e os riscos climáticos são bem maiores do que a safra verão.
TENDÊNCIAS DA SAFRINHA EM 2004 E PERSPECTIVAS DO MERCADO
Para a safra 2003/04, a expectativa era de que a safrinha alcançasse novamente em torno de 25% do total esperado para o ano, ou seja,11 a 12 milhões de toneladas. Por causa dessa expectativa e de uma boa safra de verão que começa a ser colhida agora, o mercado de milho se mostra estável, tendendo a diminuir em algumas regiões.
É neste aspecto que os produtores devem estar muito atentos agora: A safrinha de 2004 está começando da pior maneira possível, a tal ponto que já é possível prever-se quebras significativas de produção em relação aos 11/12 milhões esperados em 2004. Isso terá efeitos diretos no preço do milho no médio prazo!
Os principais problemas da safrinha 04 até agora têm sido:
Atraso do plantio: A época de plantio é fundamental para alcançar uma boa produtividade na safrinha. O grande desafio técnico é formar a produção antes do final das chuvas no Centro Oeste, no Paraná e no sul do Mato Grosso do Sul. E, também, antes das geadas, caso essas venham a acorrer. O milho responde a acúmulos de calor, ou seja, o desenvolvimento da cultura se dá em função da temperatura média. Assim, no sul do Brasil, ou nas terras altas do Brasil Central, um atraso de muitos dias no plantio na primavera /verão representa poucos dias na maturação do milho, pois o acúmulo de calor é baixo no início da safra e aumenta durante todo o verão. Na safrinha, acontece o oposto, ou seja, alguns dias mais quentes no final do verão significam muitos dias de diferença no florescimento e na maturação. Por isso a à antecipação do plantio e do desenvolvimento inicial da cultura é fator crucial para a safrinha.Infelizmente o plantio da safrinha esse ano foi bastante atrasado em praticamente todas as regiões produtoras.
Diminuição da área: Devido ao grande atraso no plantio é certo que a área plantada seja bem inferior à sinalizada. Alguns movimentos de devolução de sementes já indicam claramente essa tendência. Nós da Pioneer e demais empresas do setor sementeiro estimamos a diminuição de área da safrinha de 2004, em relação a 2003, em torno de 15 a 20%, no mínimo.
Diminuição de tecnologia: O atraso de plantio, entre outras desvantagens, geralmente gera um menor investimento em tecnologia, seja pelo uso de menos adubo no plantio e em cobertura, troca de híbridos mais tecnificados por híbridos mais baratos, uso de população de plantas menores, etc.
Aumento do risco: Devido ao grande atraso do plantio, quando este ocorrer, será concentrado em poucos dias, o que acabará aumentando os riscos de que uma determinada ocorrência climática virá atingir a área total, pois as lavouras estarão todas numa mesma fase.
Efeito clima: Enquanto na safrinha 2003 as precipitações e temperaturas ficaram bem acima da média histórica, a expectativa para 2004 é de um outono/inverno com precipitações e temperaturas normais ou ligeiramente abaixo da média histórica.
CONCLUSÃO
A combinação desses fatores deve levar a quebras significativas da produção de safrinha. Por isso nós, da Pioneer, estamos estimando uma produção de safrinha na faixa de 5 a 7 milhões de toneladas no máximo, comparado à produção de mais de 12 milhões na safrinha passada ou das 10/11 milhões de toneladas que alguns analistas ainda insistem em acreditar. Essa quebra, em torno de 6 milhões de toneladas, trará grande impacto no mercado e, com certeza, afetará positivamente o preço do milho .
Além disso, o estoque mundial é um dos mais baixos dos últimos anos e os preços internacionais estão em alta. Por isso, achamos que a famosa curva "M" do milho vai continuar. Vimos os ótimos preços no final de 2002 e inicio de 2003 cederem durante o ano devido à produção do verão e, principalmente, à produção recorde da safrinha de 2003.
Acreditamos que há uma grande possibilidade de recuperação dos preços nos próximos meses devido à quebra de expectativa de produção da safrinha. Em algumas praças do Rio Grande do Sul essa recuperação já começou e muitos produtores já fizeram negócios com a indústria na faixa de R$ 20,00 o saco.
Assim, nossa sugestão é que os produtores não tenham pressa em comercializar o milho em praças onde os preços continuam baixos. Acreditamos que assim que o potencial de quebra da safrinha for contabilizado pelo mercado, os preços deverão começar a reagir em todas as praças, como já estão reagindo em algumas regiões do Rio Grande do Sul.
Obviamente, na medida que os preços subam é importante o produtor ter consciência de seus custos de produção, para fechar negócio com preços que lhe assegurem uma boa margem sem esperar um aumento ilimitado ou muito exagerado de preços.
Reino Unido aprova pela primeira vez o plantio de transgênicos
O governo do Reino Unido autorizou pela primeira vez depois de cinco anos de consultas e testes, o plantio comercial limitado de OGMs Ler...Maringá promove Concurso de Redução de Perdas na Colheita de Soja
Acontece, nesta terça-feira, às 19 horas, no auditório da Cocamar, em Maringá (PR), o lançamento do 1° Concurso Regional de Redução de Perdas na Colheita de Soja Ler...Soja subiu 2,5% ontem na bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja voltaram a acumular ganhos na bolsa de Chicago.Os embarques para entrega em julho foram negociados a 966,25 centavos de dólar por bushel Ler...Mau tempo provoca fila de navios para escoar soja no Paraná
Produtores estimam perdas de R$1,49 bilhão com vendas do grão com deságio em Paranaguá.Uma fila de caminhões de 35 quilômetros se formou ao longo da BR-277 Ler...Mato Grosso do Sul perderá 1 milhão de toneladas de soja este ano
Pelas condições climáticas desfavoráveis nesta safra de verão, caracterizadas por escassez e má distribuição das chuvas, todo o esforço feito pelo Governo do Estado Ler...Audiência do Mapa vai debater perdas na safra de soja do MS
Representantes
do Mapa e técnicos ligados ao setor agrícola de Dourados(MS)irão
participar dia 27/03, de uma audiência para discutir a quebra na safra
da soja Ler...
Os
últimos números divulgados sobre as exportações de frango deixaram o
setor eufórico. Após previsões iniciais de crescimento entre 10% e
15% Ler...
O
preço do suíno reagiu pela primeira vez no ano. Desde sexta-feira, o
quilo do suíno vivo está valendo R$ 1,75 em todos os frigoríficos de
Santa Catarina Ler...
De
acordo com o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar, isso ocorre devido
ao alto percentual de lavouras em fases críticas com relação à falta
de umidade Ler...
Expodireto traz o top do agronegócio
O governador do Estado, Germano Rigotto, abre hoje, às 10h, a 5a Expodireto/Cotrijal, que se estenderá até sexta-feira no parque de exposições da Cooperativa Tritícola Mista Alto Jacuí, em Não-Me-Toque. A solenidade contará ainda com a presença do presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, do secretário da Agricultura, Odacir Klein, e outras autoridades. Às 15h30min, o governador receberá da Fetag um relatório sobre os efeitos da seca no Estado junto com reivindicações dos agricultores representados por 30 sindicatos rurais. Segundo Mânica, a previsão é que neste primeiro dia, cerca de 35 mil pessoas passem pelos estandes dos 262 expositores. Até o encerramento da Expodireto, a estimativa é que o número de visitantes chegue a 140 mil. A projeção de negócios é alcançar R$ 250 milhões, superando em mais de 20% o valor comercializado em 2003, que foi de R$ 200 milhões. 'A Expodireto/Cotrijal está consolidada como uma das mais importantes feiras para o agronegócio da região Sul do Brasil e do Mercosul. Na primeira edição, tivemos vendas de R$ 21 milhões e já projetamos para a que se inicia hoje R$ 250 milhões', enfatizou o dirigente da Cotrijal. O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, visitará a feira amanhã, quando participará do 15º Fórum Nacional da Soja, abordando a importância desta cultura na economia e na política do Brasil e do mundo. O embaixador extraordinário da China no Brasil, Jiang Yuand, tratará das perspectivas das relações comerciais com o Brasil. Mânica aponta a infra-estrutura existente nos 84 hectares do parque como uma das melhores do país para feiras voltadas ao agronegócio. Outro destaque é a dinâmica de máquinas em área experimental, com demonstrações e lançamentos de implementos agrícolas. A Emater/RS terá uma cozinha industrial para a demonstrações.
Fonte: Correio do Povo
Sobe participação do agronegócio no PIB
Num ano em que a produção industrial brasileira sofreu um duro golpe, a participação do agronegócio no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro avançou. Segundo dados da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) obtidos pela Folha, o peso do agronegócio no PIB subiu de 29% para 31% em 2003. Já o Ministério da Agricultura estima em 33% o percentual. A crescente participação tem sido resultado das sucessivas safras recordes e da retração de outros setores. Sua presença, porém, é difícil de ser detectada porque o agronegócio inclui ramificações que vão além da agricultura e da pecuária, tradicionalmente classificados como um único setor.No entanto o boom do agronegócio já se reflete em indicadores comerciais e macroeconômicos e na vida de quem mora próximo aos pólos de crescimento. O Brasil já é o segundo mercado mundial de aeronaves pulverizadoras, depois dos Estados Unidos. O segmento deve movimentar R$ 250 milhões neste ano, segundo o Sindicato Nacional de Empresas de Aviação Agrícola. Mato Grosso do Sul é outro exemplo. O Estado teve a maior expansão do país (8,1%) em 2001 -último dado disponível pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O peso da agropecuária no valor adicional (valor que a atividade acrescenta aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo) do Estado subiu de 28,4% para 32%. O vizinho Mato Grosso, que teve crescimento de 6,5% da economia, é o maior produtor brasileiro de soja, com 27,8% da safra total (em 2002). Ao norte de Cuiabá, a cidade de Sorriso, município com a maior área plantada de soja do mundo, viu seu PIB triplicar em apenas cinco anos. A prosperidade torna Sorriso um centro de atração (80% da população veio do Sul), como costuma ocorrer em locais onde o emprego cresce. O Estado foi o líder na criação de vagas com carteiras assinadas em 2003, com 5,64%. No ano passado, foram criados 293.489 empregos formais no interior dos nove Estados com maior população, quase 100 mil a mais do que nas regiões metropolitanas das mesmas áreas.
Fonte: Folha de S.Paulo
Biotecnologia
Embrapa vai ampliar pesquisa de feijão transgênico
Agora é oficial. A Embrapa já pode iniciar a pesquisa de campo com o feijão transgênico resistente ao vírus do mosaico dourado, doença transmitida pela mosca-branca e considerada como o mais importante mal da cultura do feijão. A liberação da Licença de Operações para Áreas de Pesquisa (LOAP), concedida pelo Ibama, e do Registro Especial Temporário (RET), concedido pelo Ministério da Agricultura, foi anunciada sexta-feira na sede da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. O plantio começará nesta segunda-feira, no campo experimental da Embrapa Arroz e Feijão, localizado em Santo Antônio de Goiás, a 12 quilômetros de Goiânia.
Grãos
Audiência vai debater perdas na safra - Grãos e vagens de soja pequenos, resultado de uma seca intensa no Estado (MS) com perdas que ultrapassam 50%
Dourados -
Representantes do Ministério da Agricultura e técnicos ligados ao
setor agrícola de Dourados irão participar no próximo dia 27, de
uma audiência pública para discutir e apresentar medidas para
amenizar os impactos provocados pela quebra na safra da soja na região.
A idéia de realizar o evento surgiu depois de uma reunião na Câmara
de vereadores, onde os setores ligados ao agronegócio solicitaram
apoio do Legislativo.
http://www.correiodoestado.com.br/
Chuvas
prejudicaram os embarques em Paranaguá
A chuva interrompeu o embarque de grãos pelo Porto de Paranaguá (PR)
na última sexta-feira. No começo da noite, cerca de 40 navios
aguardavam ao largo o início do carregamento. Segundo a Administração
dos Portos de Antonina e Paranaguá (Appa), não havia filas de caminhões
ao longo da rodovia 277, que dá acesso ao porto, mas pelo menos mil
veículos aguardavam no pátio de triagem para descarregar as cargas.
A chuva prejudicou principalmente os embarques de soja e os
desembarques de fertilizantes. O porto de Paranaguá fechou a semana
com um prêmio negativo na exportação de soja de US$ 1,10 por bushel,
patamar que vinha sendo sustentado nos dois dias anteriores. Isso
significa que sobre o preço da soja, de US$ 9,55 por bushel, base
Chicago na última sexta-feira, há um desconto de US$ 1,10 se o grão
for exportado por Paranaguá. No início da semana passada, o deságio
foi recorde, com desconto de US$ 1,40 por bushel sobre Chicago. O prêmio
negativo atribuído a Paranaguá se acentuou por causa da pouca
liquidez do mercado e da demora nas operações do porto, causada
pelos testes de transgenia. "Há riscos criados por problemas de
logística do porto", afirma Flávio França Júnior, analista da
Safras & Mercado.
Fonte: Gazeta Mercantil
Milho
Preço do milho
causa desânimo
A Faeg está recomendando aos produtores, para que se evite perdas mais graves, cautela na comercialização do produto neste primeiro semestre, visto que a perspectiva é de preços mais remuneradores a partir de agosto. O analista de mercado da Faeg, Pedro Arantes, afirma que a depressão nos preços se deve, em grande parte, a sinalizações equivocadas que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vem emitindo para o mercado, antes de ter em mãos uma avaliação atualizada da produção, da demanda e das exportações do produto. Segundo ele, a estimativa da Conab é de uma produção de 33,73 milhões de toneladas de milho na safra de verão - 1 milhão de toneladas a menos que na anterior - e de 12,8 milhões na safra de inverno (safrinha), igual à da safra passada. Pedro Arantes argumenta que essa produção, mais 6 milhões de toneladas do estoque de passagem, somaria 52,53 milhões de toneladas, para um consumo de 39,6 milhões de toneladas e exportações previstas de 5,5 milhões de toneladas. “Esses números sinalizam um excedente de 7,43 milhões de toneladas, contribuindo de forma decisiva para esfriar o mercado e derrubar os preços”, diz. Ele discorda, porém, das previsões da Conab em relação ao milho, apostando que os números reais serão muito diferentes dos estimados pela companhia.
Fonte: Clube do Fazendeiro
Insatisfação com a venda
Soja
Algodão
Algodão: Colheita já reduz preços
As operações de colheita
estão apenas no início em Estados como São Paulo, Paraná e Mato
Grosso do Sul, mas já afetam os preços no mercado interno. Esta
semana, a cotação média da arroba de fibra tipo 6 foi de R$ 68,00. Na
semana anterior, estava em R$ 72,00. Outro fator que tem contribuído
para reduzir o preço é a perspectiva de aumento da produção chinesa,
que deverá chegar a 6 milhões de toneladas.
http://www.opopular.com.br
Exportações de
algodão vão duplicar
Receitas cambiais são previstas em US$ 650 milhões este ano,
alta de 22% em relação a 2003. A produção brasileira de algodão está
projetada entre 1,1 milhão e 1,2 milhão de toneladas na safra 2003/04,
volume recorde na história do setor e 40% superior à produção do ano
passado, que totalizou 820 mil toneladas. Quase a metade da safra, ou
seja, 450 mil toneladas, já foi contratada para exportação.
"Pela primeira vez em quarenta anos a comercialização da safra em
volumes expressivos antecede a colheita da produção", diz Hugo
Nieri, da Nieri Corretora. O mercado estima que as exportações se
situem neste ano em 500 mil toneladas, movimentando entre US$ 550 e US$
650 milhões. Em 2003, as vendas externas somaram cerca de 250 mil
toneladas, o equivalente a US$ 530 milhões. A situação tem sido favorável
aos produtores, que mesmo antes do plantio já tinham comercializado 350
mil toneladas. A demanda internacional é tamanha que para as duas próximas
safras já existem compras efetuadas. "Para a safra 2005 foram
comercializadas 100 mil toneladas; já para a safra 2006 foram vendidas
15 mil toneladas", diz Nieri. O aumento da demanda pelo produto
brasileiro é resultado de uma conjunção de fatores. O primeiro se
deve à melhoria da qualidade da produção brasileira, que durante anos
permaneceu estacionada na baixa qualidade, mas recentemente ganhou
status de produto fino. Além disso, a quebra na produção da Austrália,
há dois anos, devido um longo período de estiagem, e a frustração na
safra da China, maior produtor mundial, criaram um desequilíbrio na
oferta mundial. "A Austrália sofreu retração de 70%."
Safra mundial
Para a safra 2003/04 a estimativa é de produção mundial de 21 milhões
de toneladas. A Austrália colherá 317 mil toneladas, 56% menor que a
produção de 2002. Já a China deve colher 5,1 milhões de toneladas,
queda de 8% sobre 2002. "A China tem uma indústria extremamente
moderna, mas pouca possibilidade de expandir a produção", diz
Nieri. Situação exatamente contrária a vivenciada no Brasil, onde a
produção cresce, enquanto a indústria se retrai.
Cotação em alta
De fato, esse é o maior problema da cadeia da cotonicultura.
"Falta fôlego à industria nacional para comprar tamanha produção",
avalia Fabio Cardel, da corretora Cotton Class. Para o analista, o
principal temor quanto aos embarques de algodão ao mercado externo é a
falta de logística. "A exportação é burocrática e, não raro,
pode ser inviabilizada pela indisponibilidade de contêineres no
Brasil." "A situação piorou com as recentes modificações
no recolhimento do Pis/Cofins", diz um dos diretores da Norfrio Indústria
Têxtil. Segundo ele, os Empréstimos do Governo Federal (EGF) estão
cada ano mais escassos e restritos. "Além disso, o aumento da
carga tributária no Brasil torna a exportação mais viável que a
venda no mercado interno", diz. Nos últimos dois meses, apenas 20%
da produção mensal da Norfrio, estimada em 1,5 mil toneladas de fio,
foi comercializada no mercado interno. "Em geral, as vendas no
mercado interno respondem por 75% da nossa produção", diz. A
venda no mercado externo se tornou mais viável por dois motivos: os
altos impostos no Brasil, que chegam a 21% do preço do fio, e a queda
das cotações internacionais. Os contratos do algodão estão cotados a
66,04 centavos de dólar a libra-peso, queda de 12% em dois meses.
"O mercado interno descolou de Nova York e permanece em alta",
diz Nieri. Na semana passada as cotações oscilavam em R$ 2,10 a
libra-peso, alta de 20% em doze meses.
Fonte: Gazeta Mercantil
Hortifruti
Agrotóxicos proibidos são encontrados
Um estudo
realizado por técnicos da vigilância sanitária da Secretaria de
Estado da Saúde apontou o uso indevido de agrotóxicos proibidos em
frutas e hortaliças produzidas no Paraná. A pesquisa também constatou
excesso de resíduos dos pesticidas nos alimentos. O produto que
apresentou maior incidência de agrotóxico foi o morango. Nas 78
amostras pesquisadas, 57 estavam irregulares. Os outros alimentos
pesquisados que preocupam os responsáveis foram o tomate e a maçã. A
pesquisa agora está entrando na segunda fase, que envolve nova coleta
dos mesmos tipos de alimento para ver se há melhora nas condições
encontradas.
http://www.gazetadopovo.com.br
IPT desenvolve nova embalagem para preservar hortifrutigranjeiros
A pedido da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo de São Paulo o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) desenvolveu uma embalagem agrícola para substituir a Caixa K. Projetadas em madeira compensada resinada, que não absorve água, as caixas podem receber tratamento antifungo. O projeto do novo modelo de embalagem, que teve o apoio dos técnicos do Centro de Qualidade em Horticultura da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo (Ceagesp), foi encaminhado à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que deve criar uma comissão para estudar a questão do transporte dos produtos agrícolas. - A nova embalagem poderá servir de subsídio para o Ministério da Agricultura padronizar o transporte de hortifrutícolas no país - disse o coordenador do estudo e chefe do Laboratório de Embalagem e Acondicionamento do IPT, Ernesto Freire Pichler. Segundo Pichler, as novas embalagens permitem transportar um grande bloco de material. Também não têm arestas que possam marcar os frutos, apresentam características de proteção ao produto embalado, boa ventilação e estabilidade para poderem ser encaixotadas, empilhadas e transportadas em caminhões. A indústria de embalagens movimenta no Brasil em torno de US$ 10 bilhões por ano e funciona como um dos principais termômetros da economia. As projeções da Associação Brasileira da Indústria de Embalagem (Abre) para este ano são de uma produção nacional em torno de 7,5 milhões de toneladas de material.
Fonte: Agência Brasil
Arroz
Estiagem favorece a colheita do arroz
O arroz, que tem a colheita iniciada na segunda quinzena de março, está em situação privilegiada em relação às outras culturas, apresentando 11% da área colhida. A informação faz parte do último levantamento da Emater. As primeiras retiradas do produto vêm confirmando as expectativas iniciais de uma excelente safra tanto em volume como em qualidade. Os estágios da lavoura são 2% em desenvolvimento, 13% em floração, 38% em enchimento de grãos e 36% maduro e por colher. A entrada de produtos da nova safra não modificou os preços, que continuam elevados em relação à média dos últimos anos, com variação semanal de menos 6,02%. Mesmo com as chuvas isoladas do final de semana, os agricultores continuam temerosos com as perdas irrecuperáveis na soja e no milho, as culturas mais afetadas.
Trigo
| Recua
dependência de trigo importado |
|
Os primeiros números
das importações brasileiras de trigo em 2004 mostram que o
país está menos dependente do produto proveniente do mercado
externo. Em janeiro e fevereiro deste ano, o Brasil importou
777 mil toneladas do cereal, 34,2% abaixo das 1,181 milhão de
toneladas do primeiro bimestre de 2003, de acordo com dados
compilados pela Associação Brasileira da Indústria de Trigo
(Abitrigo). A redução, positiva para a balança comercial
brasileira, decorre principalmente de dois fatores, segundo
analistas e fontes do setor. Um benéfico e outro bastante
preocupante. O primeiro é o aumento da produção brasileira
de trigo em 2003, que dobrou em relação ao ano anterior e
chegou a 5,8 milhões de toneladas, devido às condições
climáticas favoráveis. O segundo é a baixa demanda por
farinha de trigo no mercado doméstico, reflexo do
desaquecimento econômico. "Como a produção brasileira
foi maior e a safra de melhor qualidade, os moinhos tiveram
menor necessidade de importar para fazer os blends",
afirma Roland Guth, presidente da Abitrigo. Dessa forma, as
indústrias moageiras do Sul - onde está concentrada a produção
- e do Sudeste estão se abastecendo de mais trigo nacional,
acrescenta. O |
COTAÇÃO MILHO
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COTAÇÃO SOJA
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Preço Máximo Conseguido
(*)Comprador
Preços do milho fecharam ontem com forte alta na bolsa de Chicago
Os contratos futuros do milho foram negociados em forte alta no pregão de ontem. Os embarques para entrega em maio foram cotados a 301,50 centavos de dólar por bushel Ler...Soja subiu 3% em Chicago ontem com a seca no Sul do Brasil
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Seis caminhões de uma mesma empresa foram retidos ontem na entrada do silo público do porto de Paranaguá, depois que a Claspar detectou traços de soja transgênica na carga Ler...Metade dos sojicultores de Dourados (MS) deve negociar com BB
Mais de 50% dos agricultores da região de Dourados (MS) deverá negociar com o Banco do Brasil o alongamento do pagamento do custeio da safra de soja Ler...CNA estima que perdas com a ferrugem cheguem a R$ 3,4 bilhões
O prejuízo dos plantadores de soja com a ferrugem asiática, doença que atingiu praticamente todos os Estados produtores do país, já soma R$ 3,4 bilhões, segundo a CNA Ler...Evento sobre soja em Foz do Iguaçu (PR) aponta inovações científicas
Mais de 1,5 mil participantes de 47 países e 200 especialistas vinculados ao agronegócio estiveram acompanhando em Foz do Iguaçu (PR) mega evento sobre soja Ler...Simpósio sobre Bioterrorismo fecha Conferência Mundial de Soja
"A agricultura e a pecuária brasileiras estão suscetíveis ao bioterrorismo". A afirmação é da fiscal federal de agropecuária do Mapa, Juliana Ribeiro Alexandre Ler...Armazéns precisam apresentar certificação a partir dessa semana
Proprietários de armazéns que operam com produtos agropecuários vão precisar ter suas unidades certificadas pelo governo para atuar no setor Ler...Surgimento da gripe do frango no Brasil impediria exportações
O país tem 33% de participação nas exportações mundiais, mais que o dobro dos 15% de cinco anos atrás. E o crescimento vem se sustentando em 2003 Ler...Procons farão fiscalização da rotulagem de transgênicos
Os Procons estaduais serão responsáveis pela fiscalização das regras de rotulagem dos produtos destinados ao consumo humano ou animal que contenham OGMs Ler...Brasil monta operação de guerra para conter a gripe de aves
A presença de um subtipo do vírus já foi detectada no país. Em Manaus, foram encontradas em andorinhas e no Rio Grande do Norte em aves aquáticas Ler...Brasil vai liderar produção de soja em três anos, dizem especialistas
O
Brasil deve superar os EUA e assumir a liderança mundial na produção
de soja até 2007, segundo pesquisadores do VII Congresso Mundial de
Pesquisa de Soja Ler...
Soja
chega às farmácias, aos veículos e à imprensa
Soja
nos produtos para cuidado com a pele, bronzeadores e protetores solares,
lubrificantes automobilísticos e para máquinas de grande porte Ler...
Lucro
da Perdigão sobe 1.401% em 2003 e atinge R$ 123,5 milhões
A
Perdigão fechou o ano de 2003 com faturamento bruto de R$ 4,4 bilhões,
um aumento de 30,8% em relação ao resultado de 2002 Ler...
O
intenso período de chuvas — ocorrido principalmente a partir do dia
16 de janeiro — influenciou o desempenho da safra agrícola no mês de
fevereiro Ler...
A
partir de 9 de março a União Européia (UE) reduzirá de atuais 100%
para 20% o volume de inspeção de cargas do frango brasileiro que entra
naquele mercado Ler...
Bunge quer incrementar produção de soja em Tocantins
A
Bunge Alimentos vai promover o fomento agrícola para a soja, oferecendo
diversas modalidades de financiamento, além de compra antecipada e
futura Ler...
Plantio
de soja fora de época favorece ataque de pragas
A
insistência de produtores de algumas culturas, principalmente de soja,
em alterar os períodos de plantio começa a gerar queixas de
agricultores vizinhos Ler...
As
condições precárias da malha viária do país, incluindo as que
cortam o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, tornam-se um problema
eminente para escoar grãos Ler...
Informações
técnicas de qualidade de forma rápida, fácil e eficiente! Ler...
Um
levantamento feito pelo Deral, órgão ligado à Secretaria da
Agricultura e do Abastecimento do PR, mostra uma grande queda no plantio
de milho safrinha em áreas do Oeste paranaense Ler...